Em 20 de novembro, a Escola Estadual João Paulo II promoveu uma programação especial em alusão ao Dia da Consciência Negra. Por meio da educação e da arte, estudantes participaram de apresentações de poemas, performances teatrais, rodas de capoeira e momentos de reflexão sobre a importância da data, dedicada à valorização da história e da cultura afro-brasileira.
A abertura do evento foi conduzida pela gestora Eldinê Pimentel, que destacou o compromisso da instituição com a promoção da igualdade racial. Em seguida, estudantes apresentaram encenações e homenagens que retrataram as lutas do povo negro e a trajetória de personagens marcantes da história afrodescendente no Brasil. Entre eles, autores negros de grande relevância e Zumbi dos Palmares, símbolo maior da resistência e da formação multicultural do país.
A professora Betiane proferiu uma fala educativa aos estudantes, abordando temas como preconceito, cotas, legislação e o significado do Dia da Consciência Negra. Ela reforçou que a data representa não apenas a resistência, mas também a afirmação histórica e cultural da população negra, evidenciando as desigualdades ainda existentes e a necessidade de enfrentá-las.
A programação contou, ainda, com a exposição de biografias de personalidades negras, apresentação de poemas, e a performance em Libras conduzida pela professora Luelma, com o tema “Racismo x Inclusão”. A roda de capoeira destacou o protagonismo juvenil e a força da cultura afro-brasileira.
Estudantes participantes do Projeto Conectando Novos Saberes, apoiado pelo Criança Esperança/UNESCO, também integraram as atividades. Sob orientação da instrutora Edriana Sousa, o grupo apresentou a peça teatral “O respeito não tem cor”, reforçando a importância do combate ao racismo e da valorização das identidades dentro e fora do ambiente escolar.
O evento reforçou o compromisso da comunidade escolar com a construção de uma sociedade mais justa, plural e consciente do legado afro-brasileiro na formação do país.




















