Palmas Tocantins, 16 de maio de 2014: Nos dia 17 e 18 de maio a Escola João Paulo II recebe o espetáculo Quem Matou Suhura, a peça teatral de cunho intimista baseada na literatura moçambicana da escritora Lília Momplé.
De acordo com a organização do evento, os interessados em assistir a peça devem chegar com antecedência nos locais das apresentações e retirar o ingresso gratuitamente, devido os lugares serem limitados.
As apresentações que ocorrerão sempre em duas sessões diárias, entre os dias 17 de maio e 03 de junho, sendo uma às 19h e outras às 21h., além de ser apresentada na Escola João Paulo II será apresentado também em mais dois espaços diferentes da Capital.
Programação:
17 e 18 de maio – Estreia na Escola João Paulo II, Núcleo 2, na Quadra 503 Norte (antiga ARNO 61) apresentações diárias às 19h30 e às 21h;
24 e 25 de maio – Apresentações na Central do Riso da UNIFÉ, em Taquaralto (Rua T23, Setor Santa FÉ). Mesmo horário;
03 de junho – Apresentações na Galeria de Artes do SESC Palmas, na 502 Norte, mesmo horário.
NINGUÉM MATOU SUHURA
Patrocinado pela Fundação Cultural de Palmas, através do Programa Municipal de Incentivo à Cultura – PROMIC 2013, “Ninguém matou Suhura” é uma obra que dialoga com a literatura moçambicana da escritora Lília Momplé. O resultado apresentado é fruto do trabalho desenvolvido desde 2012 pelo diretor paulista Juliano Casimiro dentro da Universidade Federal do Tocantins, por meio do curso de extensão “Corpo, Narrativa e Significação – diálogos entre a criação corpo/vocal e o desenvolvimento humano” e conta com bolsistas da própria universidade, alunos, integrantes da comunidade e funcionários da Secretaria Estadual de Educação e Cultura.
SINOPSE
Ninguém matou Suhura, primeira parte da trilogia cênica Identidade Tocantinense, é uma composição poética cênica livremente inspirada na obra homônima da escritora moçambicana Lília Momplé.Em cinco contos, a autora empreende um projeto ficcional que explicita certa memória social africana das relações de dominação sofridas frente à Portugal, que estão igualmente no cerne da cultura brasileira. Nesta direção, o espetáculo constrói-se como um nexo de sentido imagético-sonoro-poético que desliza pelas violências e arbitrariedades do colonialismo português, aproximando a história de Moçambique da brasileira. Longe de pretender narrar uma história (fábula), o espetáculo propicia entre atores e fruidores uma experiência estética de encontro com imagens e sonoridades emergidas na crueza da violência e da melancolia histórica que fazem parte da origem da nossa identidade.
FICHA TÉCNICA
Realização do projeto: Produza Studio Criativo
Produção e Assessoria de Imprensa: Produza Studio Criativo (Stella Antunes) e Tales Monteiro
Diretor geral: Juliano Casimiro de Camargo Sampaio
Diretor musical: Heitor Oliveria
Figurino: Kelly Barros da Silva
Elenco: Amanda Diniz Gonçalves, Andrey Tomarozzi, Atila Gonçalves da Silva, Cleuda Milhomem, Dayhan Deives Camelo Lopes, Fabricia Dajuda, Filipe Porto, Isilda de Sales, Gleiciene Batista, Kelcy Marcela Emerich, Kelly Barros da Silva, Layane Pavão, Luciana Pegoraro Penteado, Marina Kamei, Roni Bianchi, Roseli Bitzcof, Sílvia Gonçalves de Lima Soares e Tales Monteiro
Equipe de apoio: Anne Raelly, Diego Cardoso dos Santos, Graciele Arsego e Welisson Monteiro
Designer gráfico: Klevys Silva
Vídeo: Kroma Vídeoproduções (Ronaldo Milhomem)
Com informações da Ascom
