A Associação Ação Social Jesus de Nazaré (AASJN) anunciou a retomada das atividades presenciais da Escola de Música Jesus de Nazaré, agora com uma proposta reformulada e voltada à formação técnica e profissional.
A decisão foi anunciada em reunião realizada na última terça-feira, 21 de outubro, nas dependências do Ponto de Cultura Arte-Fato, em Palmas (TO), que reuniu gestores e equipe técnica dos projetos culturais da instituição.
O momento, conduzido por Jocel Santiago de Araújo, presidente do Conselho Deliberativo da AASJN, contou com a presença da presidente Idalina Correia Oliveira, membros do Conselho Fiscal e do conselheiro Gabriel Marques, além de toda a equipe de trabalho. O principal ponto da pauta foi o reposicionamento da Escola de Música, considerada um dos projetos mais emblemáticos da entidade.
Fundada em 2000, a Escola de Música Jesus de Nazaré nasceu com o propósito de oferecer formação musical gratuita a jovens e adultos das comunidades paroquiais de Palmas. Ao longo de duas décadas, o projeto evoluiu, tornando-se um espaço de convivência, aprendizado e expressão artística. Hoje, parte dos professores são ex-alunos, reflexo direto do caráter formador e sustentável da iniciativa.
Com as atividades presenciais interrompidas durante a pandemia da Covid-19, em razão das restrições sanitárias e da escassez de recursos, a escola retorna agora com nova identidade visual, logomarca e objetivos atualizados. O novo formato é amparado por um Projeto Político-Pedagógico (PPP) específico para a área cultural, que define planos de curso, metodologias e acompanhamento contínuo do processo de ensino-aprendizagem.
Os cursos, ofertados gratuitamente, terão duração de três anos. A grade inclui aulas de violão, teclado, percussão, guitarra, baixo e bateria, ministradas por profissionais especializados e voluntários graduados em música.
Para Jocel Santiago, a retomada da iniciativa simboliza mais do que a reabertura de um projeto cultural. “Mais do que um espaço de aprendizado musical, a Escola de Música Jesus de Nazaré é um símbolo de inclusão, convivência e desenvolvimento humano”, afirmou.
Com essa nova fase, a AASJN reafirma seu compromisso com a promoção da cultura, da cidadania e da formação profissional, consolidando-se como referência no trabalho sociocultural em Palmas e região.

